Arquivo do mês: maio 2017

Desdobramentos de mim…

É tão difícil guardar um rio quando ele corre dentro de nós. [Jorge Sousa Braga]      Abraço-me e me reconcilio comigo mesma. Nasce um poema a cada instante, dentro de mim e dos meus olhos famintos dos encantos da … Continuar lendo

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Que posso eu fazer senão escutar o coração inseguro dos pássaros, encostar a face ao rosto lunar dos bêbados e perguntar o que aconteceu. [Eugénio de Andrade] O teu amor por mim era o que de mais sólido eu bebia … Continuar lendo

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Novas rimas…

Tu existes porque olhos te querem, olham-te e dizem que tu existes. [Hilde Domin] Hoje é dia de poesia, mas eu vendi o meu último verso na esquina… E foi a preço de banana! Não quis mais saber de rimas! … Continuar lendo

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Juraram os meus sonhos de morte…

Juraram os meus sonhos de morte e, por medo da loucura, cortei as asas da imaginação. Agora, vivo com os pés no chão e os olhos voltados para o infinito… Ninguém sabe, mas eu ainda existo. *** Porque o dia … Continuar lendo

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Nunca mais…

(…) lentamente como só lentamente se deve morrer de amor. [Valter Hugo Mãe] Acordei no tempo do nunca mais. Não havia portas ou janelas que me dessem, minimamente, uma perspectiva de luz. Não tinha flores secas em livros, nem colhidas … Continuar lendo

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Carta

{Mesmo implícita, tenho ânsias de escrever-te. Desenrolo-me em linhas, infinitos parágrafos, palavras-mito e cruéis verdades. Sou eu inteira, agora, em primeira pessoa do singular.}   ***      Estas palavras que te dou não são para serem lidas assim, num … Continuar lendo

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Clepsidra…

Magoa-me a saudade do tempo em que te habitava. [Mia Couto] Cheguei. Estou no limite máximo, no lugar onde o ar dos pulmões é irrespirável e o tempo é um caos de eternidade… (Coleciono silêncios em mim.) Aqui estou… Ruminando … Continuar lendo

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